
No
teatro, área muito cara ao Viriato Camilo, a
Prelo lançou-se na edição de duas obras em fascículos, de teatro moderno e de teatro europeu, sob a direcção de
Luiz Francisco Rebello e de uma colecção a que se deu o título
repertório para um teatro actual, e de uma outra
repertório da Sociedade de Escritores e Compositores Teatrais Portugueses, além de um documento, que depois seria o primeiro de uma colecção –
o papel do teatro na sociedade contemporânea (comunicações – de
Bernardo Santareno, Costa Ferreira, Miguel Franco, Luiz Francisco Rebello, Urbano Tavares Rodrigues, Teatro Moderno de Lisboa, Augusto Sobral – apresentadas no debate realizado na Casa da Imprensa de Lisboa, por ocasião do 4º Dia Mundial do Teatro e respectivas conclusões).

As colecções foram dirigidas por Luiz Francisco Rebello, e destaco dois títulos,
os cães, de
Tone Brulin, actor-encenador e autor belga flamengo, com que se abriu a colecção, um libelo contra o apartheid na África do Sul, apresentado por
Rogério Paulo, e
Guilherme Tell tem os olhos tristes, uma peça de
Alfonso Sastre que muito me impressionou. O “repertório” para a SECTP, que é muito mais largo para além desta lista, é exclusivo de autores portugueses.


Um comentário:
Vai de vento em popa, este levantamento histórico da Prelo. E que forte era o logotipo! E que belas ainda são as capas!
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