Acabei, neste sábado, de ler A PASSAGEM - uma biografia de Soeiro Pereira Gomes, de Manuela Câncio Reis. Deixou-me uma fortíssima impressão. sábado, abril 07, 2007
A PASSAGEM - uma biografia de Soeiro Pereira Gomes
Acabei, neste sábado, de ler A PASSAGEM - uma biografia de Soeiro Pereira Gomes, de Manuela Câncio Reis. Deixou-me uma fortíssima impressão. sexta-feira, abril 06, 2007
José Vegar no espaço Som da Tinta

não apenas para falar da sua profissão e da sua obra, mas também para, por via da apresentação do seu mais recente livro, contribuir para uma reflexão sobre as transformações por que estão a passar as forças de segurança em Portugal e os desafios que se colocam à sua missão. Reflexão que, face a acontecimentos recentes também vividos por cá – com a redefinição da orgânica e dos territórios de intervenção da GNR e da PSP –, também importa desenvolver localmente.
____________________________________________ 
José Vegar nasceu em Luanda, em 1969. É jornalista profissional desde 1989, freelancer desde 2000. Trabalhou em jornais diários, Público e 24 Horas, e em hebdomadários, Expresso, O Independente, Semanário e Tal & Qual. Colaborou com revistas diversas, Fortuna, Grande Reportagem, Janus, Jornalismos e Jornalistas, Livros, Maxim e Sábado. Enquanto repórter, esteve presente em cenários de conflito vários, Bósnia, Ruanda, Sara Ocidental, Los Angeles ou Timor-Leste.
Em 1992, foi-lhe atribuída a Menção Honrosa do Clube Português de Imprensa e, em 1993, a Menção Honrosa do Clube de Jornalistas. Em 1997, foi considerado o «Jornalista do Ano». Em 2000, recebeu o Grande Prémio «Gazeta» e, ainda no mesmo ano, os prémios «Jornalismo e Direitos Humanos» e «SAIS – Novartis Portugal». Em 2002, foi galardoado com o Grande Prémio «AMI – Jornalismo contra a Indiferença».
Organizou antologias de reportagem (por exemplo, Reportagem – Uma Antologia, Lisboa, Assírio & Alvim, 2001) e, em conjunto com a procuradora Maria José Morgado, escreveu um dos livros de referência sobre o fenómeno da corrupção, O Inimigo sem Rosto. Fraude e Corrupção em Portugal (Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2003). É também autor de um livro policial, Cerco a um Duro (Lisboa, Editorial Notícias, 2005).
O seu livro mais recente, Serviços Secretos Portugueses. História e Poder da Espionagem Nacional (Lisboa, A Esfera dos Livros, 2007), é o resultado de uma investigação longa e apurada e visa revelar a realidade opaca dos serviços secretos portugueses. Este título é ainda, convém referir, mais um contributo de José Vegar para a compreensão do fenómeno da segurança, ao qual tem dedicado parte significa da sua atenção, o que faz de si uma das vozes portuguesas autorizadas sobre a matéria.
quinta-feira, abril 05, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 30
sábado, março 31, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 29
No cavalo de pau com Sancho Pança - 28
sexta-feira, março 30, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 27
Mas voltemos à nossa viagem e a mais um passeiozito.
domingo, março 11, 2007
António Gedeão contado/cantado por Manuel Freire
No cavalo de pau com Sancho Pança - 26
sexta-feira, março 09, 2007
As palavras exactas
Eu dou-te uma palavra, e tu jogarás nela
e nela apostarás com determinação.
Seja a palavra "biltre".
Talvez penses num cesto,
açafate de ráfia, prenhe de flores e frutos.
Talvez numa almofada num regaço
onde as mãos ágeis manobrando as linhas
as complicadas teias vão tecendo.
Talvez num insecto de élitros metálicos
emergindo da terra empapada de chuva.
Talvez num jogo lúdico, numa esfera de vidro,
pequena, contra outra arremessada.
Talvez...
Mas não.
Biltre é um homem vil, infame, ordinário.
São assim as palavras.
António Gedeão, no espaço Som da Tinta, amanhã, às 16 horas, contado/cantado por Manuel Freire. Com as palavras exactas.
segunda-feira, março 05, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 25
António Gedeão
sexta-feira, março 02, 2007
Manuel Freire e a "Pedra Filosofal" de António Gedeão - 10 de Março no espaço Som da Tinta
quinta-feira, março 01, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 24
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
António Gedeão-Manuel Freire, a "pedra filosofal" (e outras!)
A livraria

inicia, no seu espaço
no dia 10 de Março,
pelas 16 horas,
uma série de iniciativas,
a que deu o nome,
leitores ao encontro de autores,
em que um grupo de leitores
se prepara para conversar com um autor escolhido,
o que poderá ser animado
por um “leitor especial” desse autor.
Para começar,
o autor será
António Gedeão e o "leitor" Manuel Freire
- venham sentar-se connosco
sobre uma "pedra filosofal"
(e outras que lhes são comuns)
e conviver
domingo, fevereiro 25, 2007
Os jovens e Zeca Afonso
No cavalo de pau com Sancho Pança - 23

Estamos mesmo no cruzamento em que Cervantes cede o passo a D. Quixote. É um momento crucial do livro de Aquilino Ribeiro. Nele nos devemos deter, saboreando a prosa e confrontando as duas vidas, ou uma vida que a outrém (o engenhoso fidalgo dom Quixote de la Mancha) vida deu ao escrever um livro com o nome deste por título, debaixo do nome seu (Miguel de Cervantes Saavedra) como autor (ou acima, conforme as edições).
Voltamos já!
Uma conversa em convívio à volta de Escrever nas paredes


Mas não se falou só de Escrever nas paredes, também se conversou sobre as Mulheres à flor da pele, outro livro de João Lázaro que merece ser lido, e de tudo que veio à baila.
Foi "joli c'mo caraças", diria o "pintas" da Zündapp, personagem de uma das crónicas de Escrever nas paredes!
terça-feira, fevereiro 20, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 22
sábado, fevereiro 17, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 21
No cavalo de pau com Sancho Pança - 20
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
João Lázaro na Som da Tinta
Dia 24 de Fevereiro de 2007,
às 16 horas,
em Ourém,
na
apresentação do livro deJOÃO LÁZARO
Escrever nas ParedesEm 2000, publicou Mulheres à Flor da Pele.
ESCREVER NAS PAREDES é uma selecção de algumas crónicas que o autor vem publicando, desde 2002, no Jornal de Leiria:
Jorlis, e Edições e Publicações,Lda
paula.carvalho@movicortes.pt
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 19
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 18
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 17
Quijanos, os bons, Salazares, ávidos e demandistas, e toda a fidalguia provinvial de meia-tijela, poupadinha, cautelosa, prestando ouvido empolgado ao mexerico, lidos de Amadis e do Livro de Carlos Magno, poucos os que assinavam mais do que de cruz, no geral honrando-se todos de suas letras gordas. Se a estes figurantes do Quixote, das novelas e entremezes, nem sempre os trasladou dali, tais quais, com o próprio nome, forneceu-lhe Esquívias bom madeirame para a sua oficina de ficcionista. Pelo processo dos enxambladores, tirando deste e ajuntando daquele, afeiçoando tal outro, corregendo além, assim perfez a lotação da sua romanceada arca de Noé.quarta-feira, fevereiro 07, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 16

Não resisto, desculpem lá os que, eventualmente..., leram este pequeno trecho: que maravilha!
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 15
sexta-feira, janeiro 26, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 14
quinta-feira, janeiro 25, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 13
Ainda nessa página (já 105...), Aquilino continua a discorrer sobre o tema, e com ele vai até ao fim do capítulo, retomando-o mais adiante e no final do livro. João Carlos Silva no espaço Som da Tinta
Embora o tempo tivesse sido muito escasso para divulgação e promoção da iniciativa, a oportunidade de ter, de novo, João Carlos Silva no nosso espaço resultou num muito agradável encontro, com apresentação do seu novo livro e com um convívio e uma conversa muito agradáveis em que o nosso convidado confirmou as suas excelentes capacidades de comunicador e de divulgar da cultura, ressaltando-se preocupação com a preservação e a valorização da língua portuguesa. Aliás, o próximo programa de televisão de João Carlos Silva chamar-se-á Sal na língua, título inspirado em Eugénio de Andrade, e percorrerá todos os países onde se fale (e cozinhe) em português.


... e, já agora, "façam o favor de ser felizes"! 'Tá bem?!
quarta-feira, janeiro 24, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 12
sexta-feira, janeiro 19, 2007
"Façam favor de ser felizes!"
e a sua disponibilidade
vai estar na
no dia 24 de Janeiro, 4ª feira,
a partir das 18.30 horas,
para conversar e conviver,
e apresentar o livro-intimação

apareçam!
No cavalo de pau com Sancho Pança - 11

A vida de Cervantes foi muito atribulada. E dela nos vai dando conta Aquilino no seu ensaio.
Depois de Lisboa (e a ela, e a Portugal, se voltará), "no ano da Graça de 1582", Cervantes escreveu uma carta que mereceu a Aquilino estes comentários (na página 103):
A carta de Cervantes, pródiga em salamaleques e de redacção retorcida, endereçada já de Madrid para Lisboa, parece mais a de um demandante vulgar, corrido, mas sempre delicado, acalentando em si voltar com o cantil, pois que evita queimar as pontes, mas de letras mal estreadas nestas maranhas. Afinal, denuncia o estado de espírito e a situação do homem aux abois com aquele estilo tão fora das normas do cursivo burocrático. esse para o qual os escritores de raça têm visceral inaptidão. O enrodilhado da frase constitui ainda a prova iniludível de quanto o escritor se via contrafeito, sabe-se lá em que horas de desnudez absoluta. Quem em semelhantes auges escreve uma carta com altivez e rectitude mental? O mesmo acontece ao postulante que se apresenta à potestade, de corda ao pescoço. Entaramela-se-lhe a voz e as palavras que profere carecem de propriedade, se algum nexo encerram. O infeliz é canhestro. Odioso. Vendo-se ao espelho, seria o primeiro a reconhecer que merecia ser corrido a pontapés. Em geral despedem-no com requintes de cerimónia e compostura.
quinta-feira, janeiro 18, 2007
No dia 27, às 15 horas, Ourém na Som da Tinta

No dia 27 de Janeiro, pelas 15 horas,
mais uma apresentação de um livro...
mas de um livro especial:
um livro que tem Ourém lá dentro
(e muita gente de Ourém, conhecida e amiga)
Será um reencontro e conversa
de quem fotografou e legendou
com
quem foi fotografado e legendado
vai ser giro!
No cavalo de pau com Sancho Pança - 10
E os portugueses? Como reagiram os portugueses (se é que como portugueses reagiram...) à entrada de Filipe II em Lisboa e aos 60 anos de soberania filipina? Em vários momentos do seu ensaio Aquilino escreve sobre esse tempo e essa "convivência", quase sempre actualizando-os (para 1960 e, também, para hoje, quase 50 anos passados). quarta-feira, janeiro 17, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 9
terça-feira, janeiro 16, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 8

segunda-feira, janeiro 15, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 7
segunda-feira, janeiro 08, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 6
No cavalo de pau com Sancho Pança - 5
São reacções que terão a ver, talvez, com o que li, na página 49, em que Aquilino fala “do(s) vago(s) poeta(s) de água doce nas horas de ócio”.

“Vicente Espinel dizia que não havia ninguém mais doido que um português. Era essa uma forma de elogiá-los, pois que não é com bom senso que se forjam os heróis, nem dos sensatos e prudentes saem os grandes homens em qualquer coisa, mesmo com mulheres. Para Cervantes os portugueses, haja ainda em vista o que diz na Galateia, são os únicos que morrem de amor. Contando a história – escreve ele – la creyerán, por tener casi en costumbre el morir de amor los portugueses."
sábado, janeiro 06, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 4
, uns curtos trechos ilustrado por uma gravura entre as que tive a sorte de encontrar no meio do livro que procurava há 40 anos e encontrei em alfarrabista do Porto (No cavalo de pau com Sancho Pança, Aquilino Ribeiro - 1ª edição, 1960):"(...)Da massa destes cativos, sem nome, sem medo e sem responsabilidades, saíam os renegados. O sofrimento tinha limites. Uma vez que abjurassem da lei em que haviam nascido e abraçassem o novo estado de coisas, acabava-se o cativeiro. Era disso que se temia o Pe. Graciano no Tratado de la redempción de captivos. Por toda a Berberia se verificava andar a grande maioria dos cristãos esquecida da lei de Deus e em risco de perder-se. Os moiros empenhavam-se particularmente em conduzi-los a renegar, casando-os com as filhas, às vezes ricas e bonitas. E acrescenta na mesma ordem de ideias o padre: Doze mil escudos, ouro, prometia certo moiro a um sacerdote cativo em Tunes se quisesse renegar e casar com a sua menina de 15 anos, a qual era extremamente bem-parecida. Com semelhantes tentações por um lado, sevícias por outro, os trânsfugas para o arraial de Mafona eram aos cardumes."
(...)
"A França amansou e civilizou aquela corda de terras agarenas que andavam fora de toda a lei, arrasando os antros abomináveis. E agora pesam aos argelinos e tunisinos os grilhões que outrora deitavam aos outros. A história vai-se desdobrando segundo um ciclo sem fim e mal é que paguem os homens dois dias de sol com cem anos de tempestade (...)"
sexta-feira, janeiro 05, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 3
No cavalo de pau com Sancho Pança - 2
Sobre as irmãs de Miguel Cervantes, estas breves e aquilinas pinceladas (páginas 24-25), a que muitas outras se poderiam juntar: quinta-feira, janeiro 04, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 1
Reler Aquilino, reler o No cavalo de pau com Sancho Pança, é, para mim, intraduzível. Sinto uma sensação de gozo, de saborear, talvez maiores por serem um gozo e um saboreamento adiados .A acompanhar a tradução do D. Quixote, e antes, e depois, Aquilino documentou-se, estudou, comentou, escreveu sobre Cervantes, a sua vida, o D. Quixote (e o Sancho Pança) que criou.
Cada página quase convida a ser transcrita. Como estímulo à leitura (e não só de Aquilino), vou aproveitar textos sem a certeza de que serei capaz de travar, de não ser excessivo.
Começo pela página 17, em que, ao esboçar o retrato da família de Cervantes, Aquilino escreve:
"(...) O patriarca, Rodrigo Cervantes, era barbeiro-cirurgião, mal-avindo de clientes devido à surdez. O que lhe valia era ser pai de umas raparigas fanchonaças, que representam sempre o melhor chamariz de freguesia em qualquer ramo de negócio. Ao tempo, a arte médica consistia, mais que tudo, em sangrar, sarjar um leicenço com a mesma lanceta da flebotomia, levantar a espinhela caída. Encanar um braço ou perna partida, mediante uma chapada de pez e canas laminadas, era função particular dos algebristas, que mais correntemente chamavam endireitas. Ao tempo revinha ainda aos barbeiros fazer a barba, enfeitar e vestir aos defuntos de qualidade, e desta função piedosa auferiam os melhores réditos(...)"
domingo, dezembro 24, 2006
Vozes inquietas sobre os "anos inquietos"
Manuela Cruzeiro, responsável pelo Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra, e que, de certo modo, moderou o animado debate, Carlos Baptista e Fernando Martinho, falaram da História que por eles foi feita, sem se darem ares de heróis, ou sequer de protagonistas, e a conversa foi muito útil para o objectivo de combater a desmemória.
Em Ourém estamos. Em Ourém queremos estar. E em Ourém queremos lutar por aquilo em que acreditamos. Sempre inquietos...
Obrigado do Som da Tinta a quem nos dá razão e força para continuar.
Boas Festas!
sábado, dezembro 09, 2006
Contra a desmemória
"1. Pode separar-se esquecimento e desmemória. Se o primeiro sugere descuido, acidente, o obscurecer casual da reminiscência do passado, a segunda implica um apagamento voluntário da lembrança, um desconhecimento, ou mesmo um desinteresse por áreas do vivido, consideradas irrelevantes e não-instrumentais. (...)"(início do prefácio de Rui Bebiano, Da desmemória e do seu antídoto).
No dia 16, sábado, no espaço Som da Tinta, a partir das 17 horas.
sexta-feira, dezembro 08, 2006
Anos inquietos
Nos anos 60, a luta académica foi muito importante para a denúncia e o desmascaramento do regime, que ainda há quem se recuse a chamar-lhe fascista, por ignorância ou por simpatia – confessada ou inconfessada – pelo fascismo.
Anos inquietos – vozes do movimento estudantil em Coimbra (1961-1974) é um livro de testemunhos da luta na Universidade de Coimbra.
E é muito interessante, e pedagógico…, ler e interpretar esses testemunhos. Por quem por outros tempos, que atravessaram esses, começou a luta, por quem fez essa mesma luta de maneiras muito diferentes noutros lugares, por quem não viveu esses tempos e nesses lugares e sente necessidade de conhecer como foram vividos. Os tempos e os lugares,É mais um contributo de Manuela Cruzeiro (Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra), com Rui Bebiano, que ouviram e fixaram as “vozes” de Eliana Gersão, Fernando Martinho, Carlos Baptista, Pio de Abreu, Fátima Saraiva, José Cavalheiro, Luís Januário.
Alguns deles (certos estão, Manuela Cruzeiro, Fernando Martinho, Carlos Baptista) vão estar connosco no espaço Som da Tinta, no dia 16, a partir das 17 horas, para conversarem e connosco conviverem.
quarta-feira, dezembro 06, 2006
De Rios Velhos e Guerrilheiros - O Livro dos Rios
terça-feira, dezembro 05, 2006
Fica para o ano... e em grande!
Na sua reunião de ontem, a gerência da Som da Tinta resolveu fazer o lançamento, ou a apresentação, de Foto&Legenda em Janeiro, para qua haja uma preparação à altura do evento e para não colidir com a vinda do Benfica jogar com o Juventude Ouriense...De qualquer modo, o livro será distribuido pelos patrocinadores e colocado à venda durante a próxima semana.
No dia 16 de Dezembro, haverá, no nosso espaço, uma iniciativa de que se dará notícia brevemente.
quinta-feira, novembro 30, 2006
FOTO&LEGENDA em livro
Do "blog" FOTO&LEGENDA, que já tem perto de 300 "posts", retiraram-se sete dezenas com tópicos (nas fotos e/ou nas legendas) que dizem respeito a Ourém e a oureenses.Formam um livro que a Som da Tinta editou com o entusiasmo de estar a dar mais um contributo (bom ou mau, serão outros a julgar...) para animar e "mostrar" a terra (de) que somos.
Será lançado no fim de semana de 8 a 10 de Dezembro. A data e hora definitiva será anunciada em próximo post.
A capa, de que se reproduz a maquete, é do Filipe Saraiva e os autores/responsáveis (das fotos & das legendas e das legendas & das fotos) são o Nuno Abreu, o Sérgio Faria, o Pedro Gonçalves e o Sérgio Ribeiro (aqui por ordem alfabética de apelidos, embora na capa e no livro seja a dos nomes, assim se satisfazendo dois critérios...), com algumas preciosas ajudas.
quarta-feira, novembro 29, 2006
Salpicos de uma leitura saboreada - 2
"Não sei como o perceberão as crianças de agora, mas, naquelas épocas remotas, para as infâncias que fomos, o tempo aparecia-nos como feito de uma espécie particular de horas, todas lentas, arrastadas, intermináveis. Tiveram de passar alguns anos para que começássemos a compreender, já sem remédio, que cada uma tinha apenas sessenta minutos, e, mais tarde ainda, teríamos a certeza de que todos estes, sem excepção, acabavam ao fim de sessenta segundos..."(página 65)










