domingo, maio 06, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 32
No cavalo de pau com Sancho Pança - 31
segunda-feira, abril 23, 2007
Dia do Livro
Hoje, é o Dia Mundial do Livro. E, se mundial, também o é - ou deveria ser - em Ourém, também o é na livraria Som da Tinta."Se o mundo do trabalho é o mais vezes evocado por aqueles que não o frequentam a não ser de muito longe, a leitura usufrui de um privilégio contrário. Os que mais escrevem ou comentam a crise da leitura são naturalmente aqueles que mais escrevem e lêem."
sábado, abril 07, 2007
A PASSAGEM - uma biografia de Soeiro Pereira Gomes
Acabei, neste sábado, de ler A PASSAGEM - uma biografia de Soeiro Pereira Gomes, de Manuela Câncio Reis. Deixou-me uma fortíssima impressão. sexta-feira, abril 06, 2007
José Vegar no espaço Som da Tinta

não apenas para falar da sua profissão e da sua obra, mas também para, por via da apresentação do seu mais recente livro, contribuir para uma reflexão sobre as transformações por que estão a passar as forças de segurança em Portugal e os desafios que se colocam à sua missão. Reflexão que, face a acontecimentos recentes também vividos por cá – com a redefinição da orgânica e dos territórios de intervenção da GNR e da PSP –, também importa desenvolver localmente.
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José Vegar nasceu em Luanda, em 1969. É jornalista profissional desde 1989, freelancer desde 2000. Trabalhou em jornais diários, Público e 24 Horas, e em hebdomadários, Expresso, O Independente, Semanário e Tal & Qual. Colaborou com revistas diversas, Fortuna, Grande Reportagem, Janus, Jornalismos e Jornalistas, Livros, Maxim e Sábado. Enquanto repórter, esteve presente em cenários de conflito vários, Bósnia, Ruanda, Sara Ocidental, Los Angeles ou Timor-Leste.
Em 1992, foi-lhe atribuída a Menção Honrosa do Clube Português de Imprensa e, em 1993, a Menção Honrosa do Clube de Jornalistas. Em 1997, foi considerado o «Jornalista do Ano». Em 2000, recebeu o Grande Prémio «Gazeta» e, ainda no mesmo ano, os prémios «Jornalismo e Direitos Humanos» e «SAIS – Novartis Portugal». Em 2002, foi galardoado com o Grande Prémio «AMI – Jornalismo contra a Indiferença».
Organizou antologias de reportagem (por exemplo, Reportagem – Uma Antologia, Lisboa, Assírio & Alvim, 2001) e, em conjunto com a procuradora Maria José Morgado, escreveu um dos livros de referência sobre o fenómeno da corrupção, O Inimigo sem Rosto. Fraude e Corrupção em Portugal (Lisboa, Publicações Dom Quixote, 2003). É também autor de um livro policial, Cerco a um Duro (Lisboa, Editorial Notícias, 2005).
O seu livro mais recente, Serviços Secretos Portugueses. História e Poder da Espionagem Nacional (Lisboa, A Esfera dos Livros, 2007), é o resultado de uma investigação longa e apurada e visa revelar a realidade opaca dos serviços secretos portugueses. Este título é ainda, convém referir, mais um contributo de José Vegar para a compreensão do fenómeno da segurança, ao qual tem dedicado parte significa da sua atenção, o que faz de si uma das vozes portuguesas autorizadas sobre a matéria.
quinta-feira, abril 05, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 30
sábado, março 31, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 29
No cavalo de pau com Sancho Pança - 28
sexta-feira, março 30, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 27
Mas voltemos à nossa viagem e a mais um passeiozito.
domingo, março 11, 2007
António Gedeão contado/cantado por Manuel Freire
No cavalo de pau com Sancho Pança - 26
sexta-feira, março 09, 2007
As palavras exactas
Eu dou-te uma palavra, e tu jogarás nela
e nela apostarás com determinação.
Seja a palavra "biltre".
Talvez penses num cesto,
açafate de ráfia, prenhe de flores e frutos.
Talvez numa almofada num regaço
onde as mãos ágeis manobrando as linhas
as complicadas teias vão tecendo.
Talvez num insecto de élitros metálicos
emergindo da terra empapada de chuva.
Talvez num jogo lúdico, numa esfera de vidro,
pequena, contra outra arremessada.
Talvez...
Mas não.
Biltre é um homem vil, infame, ordinário.
São assim as palavras.
António Gedeão, no espaço Som da Tinta, amanhã, às 16 horas, contado/cantado por Manuel Freire. Com as palavras exactas.
segunda-feira, março 05, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 25
António Gedeão
sexta-feira, março 02, 2007
Manuel Freire e a "Pedra Filosofal" de António Gedeão - 10 de Março no espaço Som da Tinta
quinta-feira, março 01, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 24
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
António Gedeão-Manuel Freire, a "pedra filosofal" (e outras!)
A livraria

inicia, no seu espaço
no dia 10 de Março,
pelas 16 horas,
uma série de iniciativas,
a que deu o nome,
leitores ao encontro de autores,
em que um grupo de leitores
se prepara para conversar com um autor escolhido,
o que poderá ser animado
por um “leitor especial” desse autor.
Para começar,
o autor será
António Gedeão e o "leitor" Manuel Freire
- venham sentar-se connosco
sobre uma "pedra filosofal"
(e outras que lhes são comuns)
e conviver
domingo, fevereiro 25, 2007
Os jovens e Zeca Afonso
No cavalo de pau com Sancho Pança - 23

Estamos mesmo no cruzamento em que Cervantes cede o passo a D. Quixote. É um momento crucial do livro de Aquilino Ribeiro. Nele nos devemos deter, saboreando a prosa e confrontando as duas vidas, ou uma vida que a outrém (o engenhoso fidalgo dom Quixote de la Mancha) vida deu ao escrever um livro com o nome deste por título, debaixo do nome seu (Miguel de Cervantes Saavedra) como autor (ou acima, conforme as edições).
Voltamos já!
Uma conversa em convívio à volta de Escrever nas paredes


Mas não se falou só de Escrever nas paredes, também se conversou sobre as Mulheres à flor da pele, outro livro de João Lázaro que merece ser lido, e de tudo que veio à baila.
Foi "joli c'mo caraças", diria o "pintas" da Zündapp, personagem de uma das crónicas de Escrever nas paredes!




