domingo, fevereiro 25, 2007
Os jovens e Zeca Afonso
No cavalo de pau com Sancho Pança - 23

Estamos mesmo no cruzamento em que Cervantes cede o passo a D. Quixote. É um momento crucial do livro de Aquilino Ribeiro. Nele nos devemos deter, saboreando a prosa e confrontando as duas vidas, ou uma vida que a outrém (o engenhoso fidalgo dom Quixote de la Mancha) vida deu ao escrever um livro com o nome deste por título, debaixo do nome seu (Miguel de Cervantes Saavedra) como autor (ou acima, conforme as edições).
Voltamos já!
Uma conversa em convívio à volta de Escrever nas paredes


Mas não se falou só de Escrever nas paredes, também se conversou sobre as Mulheres à flor da pele, outro livro de João Lázaro que merece ser lido, e de tudo que veio à baila.
Foi "joli c'mo caraças", diria o "pintas" da Zündapp, personagem de uma das crónicas de Escrever nas paredes!
terça-feira, fevereiro 20, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 22
sábado, fevereiro 17, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 21
No cavalo de pau com Sancho Pança - 20
quinta-feira, fevereiro 15, 2007
João Lázaro na Som da Tinta
Dia 24 de Fevereiro de 2007,
às 16 horas,
em Ourém,
na
apresentação do livro deJOÃO LÁZARO
Escrever nas ParedesEm 2000, publicou Mulheres à Flor da Pele.
ESCREVER NAS PAREDES é uma selecção de algumas crónicas que o autor vem publicando, desde 2002, no Jornal de Leiria:
Jorlis, e Edições e Publicações,Lda
paula.carvalho@movicortes.pt
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 19
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 18
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 17
Quijanos, os bons, Salazares, ávidos e demandistas, e toda a fidalguia provinvial de meia-tijela, poupadinha, cautelosa, prestando ouvido empolgado ao mexerico, lidos de Amadis e do Livro de Carlos Magno, poucos os que assinavam mais do que de cruz, no geral honrando-se todos de suas letras gordas. Se a estes figurantes do Quixote, das novelas e entremezes, nem sempre os trasladou dali, tais quais, com o próprio nome, forneceu-lhe Esquívias bom madeirame para a sua oficina de ficcionista. Pelo processo dos enxambladores, tirando deste e ajuntando daquele, afeiçoando tal outro, corregendo além, assim perfez a lotação da sua romanceada arca de Noé.quarta-feira, fevereiro 07, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 16

Não resisto, desculpem lá os que, eventualmente..., leram este pequeno trecho: que maravilha!
segunda-feira, fevereiro 05, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 15
sexta-feira, janeiro 26, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 14
quinta-feira, janeiro 25, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 13
Ainda nessa página (já 105...), Aquilino continua a discorrer sobre o tema, e com ele vai até ao fim do capítulo, retomando-o mais adiante e no final do livro. João Carlos Silva no espaço Som da Tinta
Embora o tempo tivesse sido muito escasso para divulgação e promoção da iniciativa, a oportunidade de ter, de novo, João Carlos Silva no nosso espaço resultou num muito agradável encontro, com apresentação do seu novo livro e com um convívio e uma conversa muito agradáveis em que o nosso convidado confirmou as suas excelentes capacidades de comunicador e de divulgar da cultura, ressaltando-se preocupação com a preservação e a valorização da língua portuguesa. Aliás, o próximo programa de televisão de João Carlos Silva chamar-se-á Sal na língua, título inspirado em Eugénio de Andrade, e percorrerá todos os países onde se fale (e cozinhe) em português.


... e, já agora, "façam o favor de ser felizes"! 'Tá bem?!
quarta-feira, janeiro 24, 2007
No cavalo de pau com Sancho Pança - 12
sexta-feira, janeiro 19, 2007
"Façam favor de ser felizes!"
e a sua disponibilidade
vai estar na
no dia 24 de Janeiro, 4ª feira,
a partir das 18.30 horas,
para conversar e conviver,
e apresentar o livro-intimação

apareçam!
No cavalo de pau com Sancho Pança - 11

A vida de Cervantes foi muito atribulada. E dela nos vai dando conta Aquilino no seu ensaio.
Depois de Lisboa (e a ela, e a Portugal, se voltará), "no ano da Graça de 1582", Cervantes escreveu uma carta que mereceu a Aquilino estes comentários (na página 103):
A carta de Cervantes, pródiga em salamaleques e de redacção retorcida, endereçada já de Madrid para Lisboa, parece mais a de um demandante vulgar, corrido, mas sempre delicado, acalentando em si voltar com o cantil, pois que evita queimar as pontes, mas de letras mal estreadas nestas maranhas. Afinal, denuncia o estado de espírito e a situação do homem aux abois com aquele estilo tão fora das normas do cursivo burocrático. esse para o qual os escritores de raça têm visceral inaptidão. O enrodilhado da frase constitui ainda a prova iniludível de quanto o escritor se via contrafeito, sabe-se lá em que horas de desnudez absoluta. Quem em semelhantes auges escreve uma carta com altivez e rectitude mental? O mesmo acontece ao postulante que se apresenta à potestade, de corda ao pescoço. Entaramela-se-lhe a voz e as palavras que profere carecem de propriedade, se algum nexo encerram. O infeliz é canhestro. Odioso. Vendo-se ao espelho, seria o primeiro a reconhecer que merecia ser corrido a pontapés. Em geral despedem-no com requintes de cerimónia e compostura.
quinta-feira, janeiro 18, 2007
No dia 27, às 15 horas, Ourém na Som da Tinta

No dia 27 de Janeiro, pelas 15 horas,
mais uma apresentação de um livro...
mas de um livro especial:
um livro que tem Ourém lá dentro
(e muita gente de Ourém, conhecida e amiga)
Será um reencontro e conversa
de quem fotografou e legendou
com
quem foi fotografado e legendado
vai ser giro!
No cavalo de pau com Sancho Pança - 10
E os portugueses? Como reagiram os portugueses (se é que como portugueses reagiram...) à entrada de Filipe II em Lisboa e aos 60 anos de soberania filipina? Em vários momentos do seu ensaio Aquilino escreve sobre esse tempo e essa "convivência", quase sempre actualizando-os (para 1960 e, também, para hoje, quase 50 anos passados).

