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sábado, fevereiro 26, 2011

Ecos do Som da Tinta - 1

Ainda aqui não voltei depois da sessão, na Biblioteca Municipal, sobre Memórias da/o Som da Tinta.
Para alguns, foi (para mim foi)... comovente. Lembrar e encontrar. Lembrar alguns que já nos deixaram, encontrar tantos que quiseram vir encontrar-se com aquelas memórias!
Todo o trabalho que está por detrás destas Memórias, o registo da documentação (para que não se perca...), a lembrança em iniciativas como aquela, não pode ficar sem aqui ser referido. Com gratidão.
A tudo isto voltarei. Como vou dizendo. E nem sempre cumprindo. Ou só adiando...

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Memórias do Som da Tinta

E para aqui está, desde 30 de Junho, este blog abandonado. Imperdoável!
Quantas vezes, me sentei, aqui, com a intenção - "desta vez é que é!" - de o reanimar, de deixar umas notas sobre leituras que não parei de fazer, sobre o/a Som da Tinta e as suas memórias?
Quantas vezes? Mas, ao abrir o computador, ao ver os blogs, e os seus comentários, ao passar pelos mails, ao ter de acabar um texto para uma solicitação, lá ficava a intenção sem ser concretizada.
Talvez, sobretudo, um "acto falhado", talvez uma fuga a confrontar a dura realidade de o/a Som da Tinta não existirem já.
Mas, se isso também está na origem da ausência - e essa dura realidade é... uma realidade -, tenho de reagir. Assim me habituei!
Vamos lá, então.
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A Câmara de Ourém, na sua actividade cultural Museu/Biblioteca, além de outras louváveis iniciativas, resolveu acordar as Memórias do Som da Tinta, reavivar os seus Ecos.
Vai ser no próximo sábado, 12, e vai ser um reencontro.
Para que tal venha a acontecer muito trabalho se fez.
Decerto mais importante que este reencontro pontual foi a criação de um arquivo digitalizado de muita documentação sobre o/a Som da Tinta. Trabalho relevante, para que demos a nossa contribuição, facultando informações e dados, mas que foi, sobretudo, dos serviços da Câmara.
As memórias, assim, não se perdem, há um arquivo a lembrar o que foi uma actividade que "mexeu" com Ourém, ainda que muita gente não tenha dado por ela, ou não lhe tenha atribuido importância, ou a tenha esquecido.
Antes da sessão, muitos de nós, que estivemos ligados ao projecto e ao que foram 7 anos muito intensos, vamos juntar-nos num almoço-convívio no Xico Santo Amaro.
Também, e sempre, para lembrar os que, logo no começo da curta caminhada, a morte levou do nosso convívio e esforço colectivo, o Luís Nuno e o René.
A eles quero dedicar esta mensagem. Deles se falará nas memórias do Som da Tinta!